domingo, 5 de fevereiro de 2017

Apêndice Ômega #2 Hipátia de Alexandria



Olá leitores e escritores! Tudo bem com vocês?

Hoje irei falar um pouquinho sobre Hipátia de Alexandria. E claro, como não podia deixar de ser a minha primeira fonte foi o artigo dela no Wikipédia, portanto leiam este artigo se quiser saber um pouco sobre a sua história. Mas pra resumir bem; ela era uma cientista da Biblioteca de Alexandria, foi a primeira mulher documentada como Matemática e como não podia deixar de ser, ela tinha diversos talentos em várias outras ciências. E como a estupidez humana desconhece limites; ela foi assassinada brutalmente pelos religiosos da época, tal relato dado pelo próprio Sócrates. Acredita-se que ela era uma mulher bem influente no meio político, isso favoreceu a sua morte, mas o principal motivo, acredito, tenha sido a ignorância do que ela fazia. A maioria da população da época acreditava que ela era uma bruxa, uma pagã. Semelhanças com os dias atuais não são mera coincidência.

Agora vamos para a proposta deste post; o que Hipátia tem com meu livro "Omega Volk: A Margem da Maldade."?

Muito bem pessoas. Grimaldi Volk é um cientista nazista com uma grande herança de conhecimento, não só vinda da família de seu pai, mas também de sua mãe; descendente intelectual direta de Hipátia. E assim como a cientista antiga, ela era matemática e trazia os seus conhecimentos sobre a matemática consigo. Grimaldi usará estes conhecimentos pra planejar suas ações, bem como realizar seus projetos, isso inclui desde experimentos na área da biologia, até equipamentos que tem como base para sua construção; a matemática. Por ter este contato desde criança, Grimm (como seus pais e sua prima o chamavam), obteve um enorme conhecimento sobre todos os escritos existentes na biblioteca de seus pais. Nesta Biblioteca não estavam os próprios livros da extinta Biblioteca de Alexandria, mas sim manuscritos traduzidos, resumidos e otimizados, derivativos do conhecimento oriundo das obras originais há muito tempo perdidas.

Hipátia foi fundamental para o desenvolvimento do conhecimento contido na Biblioteca de Alexandria, também tinha uma personalidade forte e não se casou (o que era praticamente uma regra naquela época), além de ter contribuído de forma significativa (de forma ficcional, em meu livro) para o desenvolvimento dos conhecimentos do personagem principal do livro.

Como eu disse no primeiro post desta série; muito conhecimento se perdeu naquela ocasião e a morte de Hipátia foi o início do fim.

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Abraços randômicos e até mais!

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